segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Receios


Que receios posso ter quando a minha vida é uma autentica porcaria?!
Posso querer melhora-la, mas os receios apoderam-se.
Não quero mudar nem ser mudada, sei que se algo novo aparecer na minha vida muita coisa irá mudar, mas não quero, quero tudo como está.
Não quero ver coisas que me aparecem a frente quando ninguém é perfeito, que por muitos anos nos povoam. O meu maior receio é já não ser eu, porque por tudo e por nada, as inseguranças viajam em nós, dominam-nos e nunca nos liberta.
Um beijo mudará? Não sei, não sei o que fazer, como me libertar. Tenho medo, medo do sofrer, de perder, de magoar, não sou de me agarra a alguém por longos anos. Irei ter limites? Diz-me, porque eu já não acredito em nada, isto para mim já era a muito o fim de um século usual, sentimental.
Quero enterrar-me na areia, numa praia desconhecida, quero olhar para o mar e saber todas as respostas das minhas perguntas, até os receios se irem embora, sim, vão-se embora!

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